quinta-feira, 11 de julho de 2019

Sobre os Países que estive





Vou contar um pouco sobre os Países que já visitei.
Não costumo falar muito sobre os lugares que tive a oportunidade de conhecer, nem mesmo com quem convive comigo. Não sei porque sou assim, então resolvi fazer isso aqui.
O mais engraçado é que eu não sou a maior fã de viagens neste mundo e por ironia já viajei muuito, mas muito mesmo.

Vamos lá: 

1. França: Já fui pra lá umas 6 vezes mais ou menos. É um país lindo, seguro, organizado. Em alguns lugares tem lixo na rua, mas bem pouco. Tem a melhor gastronomia do mundo. Amo de paixão a comida francesa. De todas as vezes, fui apenas 1 para Paris e foi um dos poucos lugares que eu fiquei emocionada em estar. Aquela torre é extremamente linda a noite. Muito romântica. Essa viagem foi presente de aniversário para minha esposa, se tornou inesquecível. 
Espero voltar para França mais e mais vezes, é um dos meus lugares preferidos.  

2. Alemanha: Fui mais de 8 vezes, em várias cidades e todas possuem o mesmo estilo. Parece Campos do Jordão. Cidade extremamente organizada e limpa. Frio, muito frio!! Nunca vi lixo nas ruas por lá. Mas eu particularmente acho um país triste, tenho a impressão de que existe uma nuvem cinza com resquícios de todo o sofrimento causado pela guerra. É como se o passado tivesse apagado o brilho do lugar e nunca mais voltou. Apesar disso é muito segura e prática. Mas morro de raiva de carregar a mala pesada nas estações de trem que não têm uma mísera escada rolante para facilitar a vida dos sedentários. 

3. Itália: Lugar mais maravilhoso do mundo. Fui apenas uma vez, conheci Roma, Veneza e Bari. Quando coloquei meus pés naquele país quase chorei de emoção. Era um sonho de adolescente ir pra lá. Não tem muito o que falar, tudo é lindo por lá, romântico, comida gostosa. Enfim, quero voltar também. 

4. Grécia: Linda, colorida, iluminada. Traz uma sensação de paz e tranquilidade. Super recomendo.

5. Croácia: Achei muito mais bonito do que imaginava. O mar, as ruas, as casas. Entrou na lista dos mais bonitos q já estive.

6. Turquia: Fiquei chocada!! Fui para Istambul, existe um mundo moderno e ao mesmo tempo muito conservador com sua cultura. Os templos, os horários de orações, as famosas Mesquitas. Eles seguem a risca suas religiões. E o kebab é uma delícia. A princípio é preocupante pq a higiene é zero rsrs, mas deve ser isso que traz o gosto bom. 

7. EUA: Estive no Texas e em Chicago. Não tem muito o que falar, é moderno, tecnológico, tem de tudo que você imaginar. Só tem besteiras pra comer e eu amo isso e claro, ótimo para fazer compras e voltar falido. Passei muito frio e calor lá. Não fui para Nova York, ainda é um sonho que está nos planos futuros.

8. México: Feio! Estive em Querétaro e Guadalajara Parece que existe uma eterna nuvem de poeira que cobre os lugares. Eles tem uma cultura muito forte e valorizam isso. Já fui 2 vezes mas não me encantou. A comida é boa mas muito forte e apimentada. Como não gosto de tequila, não gostei da original.

9. Argentina: Uma São Paulo não tão bonita. Não voltaria, não tem nada de muito especial. Mas comida é muito boa. A carne é deliciosa. O show de tango é lindo, ele e o vinho valem a pena.

10. Uruguai: Lindo, o lugar que fui parecia uma Copacabana, eu curti bastante.

11. China: Estive em Shanghai, uma das maiores cidades da China. Eu lembro de ter falado várias vezes que jamais iria para a China, mas o dever me obrigou. Eles têm lugares lindíssimos. Construções modernas, tecnológicas. Mas a cidade é extremamente lotada e não é nem um pouco limpa. A cultura é muito forte e eles são muito disciplinados. Fiquei 5 dias e no terceiro só pedia pizza e hambúrguer. Não é possível comer aquela comida por muito tempo. Espero não voltar. Não tenho estrutura para aguentar 24h de voo novamente.

12. África do Sul: Estive na Cidade do Cabo, sede da Copa do mundo. Lugar lindo com várias atrações turísticas e ótimo para fazer compras. A comida é muito gostosa e o clima bom também. Porém é um pouco perigoso. Foi o único lugar que fui assaltada. Roubaram meu passaporte e deu um bom trabalho pra tirar outro, sem contar o custo que foi altíssimo.

13. República Tcheca: Estive em Praga, conheci o famoso relógio e o rio onde foi gravado um dos filmes do 007. Vale a pena. Tem uma construção rústica e agradável. Lugar bonito e comida deliciosa.

14. Espanha: Lembra São Paulo. Estivem em Madri e Barcelona. Madri é mais moderna, mas ambas são bonitas. O maior problema é a comida, passei fome nas duas vezes que fui. É necessário se programar bem quanto aos lugares para comer.

15. Brasil: Ahh o Brasil, é sem dúvida o melhor, não troco por nenhum outro que já estive. Melhor clima, comida e o mais importante: as pessoas! Perto das pessoas que amo. 💗 

Tenho uma lembrancinha que cada lugar que fui no escritório em casa.
É meu cantinho fofo.


Abraços,
Marcella Vecchi


terça-feira, 25 de junho de 2019

A humanidade é desumana



Em tempos difíceis que estamos vivendo, tantas coisas ruins acontecendo, quando achei que tínhamos evoluído, percebo que essa evolução nunca aconteceu. A diferença é que agora as coisas são mais expostas, mais vistas. Tudo isso tem me feito refletir muito sobre a vida, sobre as pessoas e suas atitudes.

Cada dia mais tenho chegado a algumas conclusões sobre o ser humano. Sei que temos nosso lado egoísta, egocêntrico mas tem alguns que passam dos limites. Que não fazem nada além de seguirem seus próprios interesses. São pessoas sem amor, sem empatia....essas pessoas cada vez mais me fazem achar que a humanidade beira a desumanidade. 

Li uma frase assim: Dá pra viver mesmo descobrindo que o mundo é um lugar mau. É só não deixar que a maldade do mundo lhe pareça normal.
E eu pergunto: será? É só olhar ao redor, só há tristeza, assassinatos, espancamentos, preconceito, racismo, homofobia, brigas políticas, religiosas e falta de respeito por todos os lados.

Dizem que existem 3 coisas regem o mundo: poder, dinheiro e sexo! E o ser humano é capaz de fazer qualquer, QUALQUER coisa para obter uma delas ou, se possível, todas.

Vamos tentar entender um pouco disso olhando ao nosso redor e a história da humanidade.
Desde que o mundo é mundo existem guerras, escravidão, assassinatos, roubos e tudo isso por quê? Porque alguém quer se beneficiar mais do que o outro.
Ah Marcella você é muito exagerada! O mundo está cheio de pessoas boas. Sim, claro que está, mas está cheio de pessoas ruins também. 

Não consigo entender pessoas capazes de machucarem outras. 
Como viver com pessoas que descriminam e excluem outras apenas por terem a cor da pele diferente?
Como lidar com adultos que machucam crianças, completamente indefesas, para o próprio prazer?
Como viver com homens que fazem mulheres sentirem dor por segundos de prazer e uma auto afirmação de poder?
O que definir de cientistas mega inteligentes que criam bombas para destruição da própria raça?
Como entender alguém que machuca um idoso ou animal?
Nós destruímos a natureza, o meio ambiente que nos permite viver e respirar;
Poluímos rios; Desperdiçamos tudo; Mantemos animais em cativeiros impossíveis de viver para transformá-los na nossa alimentação;
Homens traficam crianças e mulheres, acabam com suas vidas em troca de dinheiro.
Prendem, matam, torturam, roubam pra quê? Nada além de benefício próprio.

Gostaria de escrever um texto diferente, um pouco mais otimista e falando de coisas boas, mas infelizmente não é possível. Gostaria que esse tipo de assunto nem existisse ou precisasse ser abordado.
O Ser humano é uma raça que destrói a si mesma desde sempre e está longe de mudar essa realidade. 

Vou fechar esse texto com a música do Legião que pode nos ajudar a fazer a diferença: 

Quando o sol bater
Na janela do teu quarto
Lembra e vê
Que o caminho é um só
Por que esperar
Se podemos começar
Tudo de novo
Agora mesmo
A humanidade é desumana
Mas ainda temos chance
O sol nasce pra todos
Só não sabe quem não quer
Até bem pouco tempo atrás
Poderíamos mudar o mundo
Quem roubou nossa coragem?
Tudo é dor
E toda dor vem do desejo
De não sentirmos dor
Quando o sol bater
Na janela do teu quarto
Lembra e vê
Que o caminho é um só

Compositores: Eduardo Dutra Villa Lobos / Marcelo Augusto Bonfa / Renato Manfredini Junior


Um abraço,

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Homossexualidade e Bissexualidade - Parte 2


Conforme prometido segue a segunda parte do último texto.

Neste, vamos olhar o outro lado da história, vamos tentar entender como a família, os pais, mães, irmãos e a sociedade enxergam e lidam com o assunto.

Há algum tempo atrás eu com certeza iria "meter a boca", criticar tudo e todos, dizer que ter preconceito é um absurdo e blá blá blá. Empatia 0 da minha parte. Hoje sou mais madura nesse assunto maaas as vezes tenho algumas recaídas. 
Outro dia a pessoa incrível com quem eu  divido a vida falou assim: se queremos respeito, temos que dar respeito. 
Fiquei sem argumento, logo eu a rainha da argumentação. Ela tem razão!


Bom vamos lá, eu estava enrolando um pouco pra escrever esse texto mas vivi uma situação esses dias que me chamou muito a atenção. Enfrentei um certo pré conceito e ao invés de condenar a pessoa tentei entender o porquê dela pensar dessa forma.
Esse é o ponto, todo pensamento formado contém um histórico, isso não quer dizer que está certo, mas o explica.

Para os pais que tem filhos homo ou bi não deve ser fácil, não é normalmente o que eles sonham. Eles sonham com um casamento, vestido de noiva ou roupa de noivo, netos enfim, uma família tradicional. E claro, foi isso o que eles aprenderam e porque pensariam diferente não é? 
Além disso, existe a preocupação com o que os outros vão pensar, a igreja, os tios, o próprio Deus pra quem é religioso. E não tem como culpa-los, eu mesmo se eu tiver um filho hétero também não vou aceitar. (Hahaha não resisti). 
Para os pais existe toda uma questão de culpa, eles se perguntam onde erraram e se é possível corrigir esse erro. Afinal eles foram criados a achar que isso é errado, como se o filho ou filha fossem "aberrações". É muito difícil lidar com o diferente, com o que foge dos padrões. Ouvir comentários e até insultos. Não estamos preparados pra isso.


Não é diferente a questão da sociedade. Em algum momento da existência humana foi criado um padrão: homem casa com mulher, tem 2 filhos, mora em uma casa linda, acordam felizes aos sábados, usam roupas brancas e tomam café da manhã com frutas e cereais. Não espera, esse é o comercial da Doriana. 
Mas a realidade de padrão que a sociedade exige não é muito diferente disso. Foi definido que esse é o certo e esse é o padrão de felicidade.
Não há como condenar alguém que ouviu a vida inteira isso, achar que qualquer coisa diferente seja certa.

Da mesma forma os cristãos, eles leem na Bíblia, ouvem nos cultos e missas que é errado e ouvem  de todas consequências desse erro. De fato, eles condenam isso. Eu mesma já condenei por muito tempo. 
Acredito eles estão apenas querendo afastar o "pecado" e buscar uma cura para a pessoa viver feliz dentro do que acreditam ser a felicidade.

Toda a situação é muito delicada e complexa. Mas é importante entender  que as pessoas tem motivos para ser como são.

Mas isso não justifica o ódio, a violência, a descriminação e a falta de respeito.
Estamos bem longe disso, mas independente do que cada um acredita o mais importante é o respeito mútuo.

Neste caso, quem é homo ou bi precisa ter paciência e respeito, principalmente pelos familiares. Muitos levam um tempo para assimilar tudo e "aceitar" a situação. Obviamente que não deixando sua felicidade de lado, isso vem em primeiro lugar. Mas temos que usar muito a empatia e entender que esse assunto ainda é algo difícil e eles precisam aprender a lidar com isso. Ninguém é culpado por nada.

Um dia as pessoas estarão mais evoluídas para  lidarem com essas diferenças. Enquanto isso não acontece, vamos fazendo nossa parte da melhor forma que conseguirmos.

Ps. Não sei se consegui expressar exatamente o que eu gostaria com este texto, mas acho que foi um começo. Esse assunto é difícil pra mim também. Espero que tenham gostado.

Um abraço,
Marcella Vecchi

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Homossexualidade e Bissexualidade - Parte 1


Minha ideia inicial, era escrever o ponto de vista de quem é homossexual ou bissexual, ponto de vista da sociedade e da família. Mas o texto ficou muito grande e por isso vou dividi-lo. 
Esse primeiro será apenas de quem é e depois posto o outro. Eu tentei ser imparcial, mas falhei nessa tentativa e coloquei minhas opiniões ao longo do texto. Espero que gostem e comentem.

Para começar a escrever, elaborei algumas perguntas e pedi para alguns amigos e conhecidos de redes sociais responderem. Todos eles são homossexuais ou bissexuais.
A aceitação das pessoas em responderem as questões foi de imediato e fiquei muito feliz com isso. Eu senti que o assunto deveria ser mais falado, princialmente por quem o vive na pele.

Essas foram as perguntas que fiz:
Quando você se descobriu e como foi a sua própria aceitação?
Como foi e como é a aceitação da sua família? 
E amigos antigos e novos?
Você tem alguma religião? Isso te atrapalhou ou atrapalha?
Você é uma pessoa assumida ou não?
O preconceito te afeta de alguma forma? Como você lida com isso?
Como gostaria que a questão de homossexualidade/bissexualidade fosse tratada?

Existem muitas outras que poderiam ter sido feitas, mas essas são um bom começo.

Vou colocar aqui, para cada pergunta, um apanhado geral das respostas. Pensei em fazer de outra forma, mas acho que assim ficaria mais real.


A descoberta e a própria aceitação: A maioria relatou que percebia desde pequeno que algumas coisas chamavam mais atenção do que outras, diferente da maioria dos seus coleguinhas, mas não entendiam muito bem o que era. Ao invés de sentirem atração pelo sexto oposto, tinha sempre aquele do mesmo sexo que chamava mais atenção e encantava. (essa é uma característica de homossexual, para os bissexuais não era tão claro assim).

A situação se complicou quando conheceram alguém do mesmo sexo e se apaixonaram. A luta interna foi unânime. Todos tentaram de alguma forma fugir e se livrar desse sentimento. A não aceitação é a primeira coisa que vem. Dentre eles, alguns casaram, namoraram e se relacionaram com pessoas do sexo oposto em uma tentativa frustante de fugir do sentimento. Totalmente em vão e depois de algum custo ou em alguns casos, um preço alto de sofrimento, cederam ao inevitável.
Algumas mulheres relataram que choravam após ter relações sexuais com seus companheiros, outras se sentiam estupradas. Homens sentiam nojo de serem obrigados a fazer algo que realmente não queriam. 
Por incrível que pareça, a própria aceitação é uma parte muito difícil desse processo e acredito ser a mais importante. Pois quando a pessoa se aceita do jeito que é, fica mais fácil lidar com a aceitação externa.
Existem ainda por aí, muitas pessoas que não se aceitaram e ainda lutam contra esse sentimento.  

Aceitação da família: É a parte MAIS difícil de todo esse turbilhão de emoções. 100% sofreu e ainda sofre com a aceitação da família. Para a família é um choque. Não é de fato o que os pais desejam para seus filhos. Todos relataram discussões durante o momento do "anuncio" ou no mínimo uma conversa bem tensa e com choro.

Frases que as mães falaram: Preferia que você estivesse grávida; Prefiro filho drogado a filho gay; Não sei se vou suportar tudo isso, prefiro morrer.
E normalmente após essa revelação é criada uma distância entre pais e filhos, que aos poucos vai diminuindo mas requer bastante paciência e maturidade para lidar.
A maioria dos pais não concordam mas respeitam, como foi o relatado. 
Outros (poucos) nunca tiveram grandes problemas. Outros sabem porém, fingem não saber.
Tem um caso de casal de meninos que está junto há 11 anos e casado há 8. Os pais de um não sabem e provavelmente nunca saberão. Existem muitos casos assim, as pessoas optam por diversos motivos, que não falar é a melhor escolha.

Amigos: Sem grandes problemas nesse pontos, amigos de verdade sempre apoiam pois querem o bem do seu amigo. Quem se afasta nunca foi amigo (não fui imparcial)

Religião: Problemão!! A religião é uma das maiores causadora de todo o preconceito pois prega que o preço desse pecado é o inferno. Esse não é um tema muito definido no mundo gay, a maioria acredita em Deus mas não segue uma religião. Até porque muitos foram impedidos de frequentar suas igrejas devido a sua "condição".
Minha grande indignação é que o mesmo lugar onde é pregado o amor, mais incita o preconceito e o ódio. É o lugar de maior julgamento. (Imparcialidade zero)

Sobre ser assumido ou não: Depende, a maioria é assumida em ambientes de trabalho, amigos mas quando o assunto é família (tios, tias avós etc) não são. 
Uma mulher relatou que quando foi questionada pelo vizinho quem era a outra mulher que sempre frequentava sua casa e ela respondeu, pela primeira vez (elas estão juntas há mais de 4 anos) "ela é minha namorada" ela mesmo levou um choque e ficou digerindo essa resposta pelo resto do dia. Não é fácil ser assumido.

Preconceito: existe, é um fato e todos sofrem de alguma forma. 

Desejo: O que todos querem é o respeito acima de tudo. Querem que sejam tratados normalmente como um hétero é, como pessoa independente de qualquer coisa. 
Que possam ter suas vidas normais, amar e construir com uma história com quem se sentem felizes. Simples. Querem apenas igualdade e liberdade.
É muito dolorido ir a um evento ou festa de família e não poder levar a pessoa com que você divide a vida. Natal, Ano Novo, Páscoa são datas que temos que ou enfrentar o mundo e ir ou passar distante de quem amamos. 

Ser Homossexual ou bissexual não é, de fato, uma escolha. A pessoa nasce assim e a maior prova de que isso é verdade é que nós não optaríamos por sofrer tanto preconceito, distância de nossas famílias, apanhar, ser expulso de casa simplesmente por uma opção. Dá mesma forma que uma pessoa não escolhe ser hétero. Não faz sentido. Ela simplesmente é. 


Em breve posto a parte 2 finalizando o assunto. 


Agradecimento especial as pessoas que responderam: Késsia, Tati, Noemy, Vagner, Euzinha, Michele, Valdir e mais 2 pessoas que preferiram manter o sigilo.


Um abraço,
Marcella Vecchi